sábado, 10 de novembro de 2007
domingo, 4 de novembro de 2007
terça-feira, 16 de outubro de 2007
O pulso (titãs) PULSA????
O pulso ainda pulsa...
Peste bubônica
Câncer, pneumonia
Raiva, rubéola
Tuberculose e anemia
Rancor, cisticircose
Caxumba, difteria
Encefalite, faringite
Gripe e leucemia...
E o pulso ainda pulsa
E o pulso ainda pulsa
Hepatite, escarlatina
Estupidez, paralisia
Toxoplasmose, sarampo
Esquizofrenia
Úlcera, trombose
Coqueluche, hipocondria
Sífilis, ciúmes
Asma, cleptomania...
E o corpo ainda é pouco
E o corpo ainda é pouco
Assim...
Reumatismo, raquitismo
Cistite, disritmia
Hérnia, pediculose
Tétano, hipocrisia
Brucelose, febre tifóide
Arteriosclerose, miopia
Catapora, culpa, cárie
Câimbra, lepra, afasia...
O pulso ainda pulsa
E o corpo ainda é pouco
Ainda pulsa
Ainda é pouco
Assim...
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Sempre se preocupou e procurou no Brasil da música, arranjar uma vozinha suave que vendesse milhões. Eu, que no soy bobo nem nada, fui acostumado sem esse maldito rótulo. Fui acostumado com coisas menos suaves, vamos por assim dizer. Era coisa do passado. Não era bem aquilo. ERA Elis Regina.
"Não quero lhe falar meu grande amor, das coisas qie aprendi nos discos".
Me acostumei muito mal. Pois aquela era um misto daquilo tudo que eu imaginava de como seria uma mulher diferente, por exemplo, da minha irmã, da minha amiga ou da minha namorada...Diferente não sei do quê, mas ela era diferente. De verdade em verdade vos digo: Descobri Elis bem depois que ela foi, ou melhor, depois que nós ficamos. Nesse ano, 1982, eu lembro bem. 1ª série. Escola Estadual Segismundo Falarz. Na TV, Final Feliz, abria com a rock-pop-romântica Lee, cantando Flagra: Se a Deborah Kerr que o Gregory Peck...Minha infância sofreu muitas más influências. Arghhhh!!!Não me venham reclamar...Desde que o art. 5 é o art. 5 eu posso falar o que quiser e você também. E por falar em falar...
Mas o que me alegra é que num repente surge uma vozinha tímida, baixinha, paulista no ar.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Último post de hoje - Por favor leia com atenção
Parada da Diversidade - 2007 - Curitiba
Esse é um dos retratos da Parada da Diversidade que aconteceu em Curitiba, no ínicio do mês de setembro...Um desfile de envolvimento com uma causa justa.
O lema desse ano foi: "Pela criminalização da homofobia".
Uma das vertentes dos movimentos sociais, os GLBTT - Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (incluíria aí o S de Simpatizantes) deram um espetáculo de sobriedade à uma das principais lutas desse segmento. Tornar crime a homofobia.
(OBS. Não estou com isso, de forma alguma, dizendo que as(os) fantasiadas(os) estivessem se "escondendo" de alguma coisa. Aliás, a criatividade das fantasias apresentadas, foram uma das características marcantes da festa...)
Todos juntos, com uma luta pra vencer a cada dia. O reconhecimento de ter uma identidade própria, sem rótulos preconceituosos ou maldades dos falastrões.
Acho que devemos sempre adotar uma idéia sobre tudo. Como já dizia meu pai: "Você não precisa saber tudo de alguma coisa. Mas saber alguma coisa de tudo."
Vivemos numa sociedade dependente do capital, excludente com as minorias e principalmente articulada com o pensamento dominante da burguesia. Não devemos, se não estivermos dentro de uma das vertentes deste movimento, virar o rosto para esta situação de preconceito.
Saudades do cachorro? Você deve estar...!!!

O Gauguin era foda, tínhamos uma relação de amor é ódio, mas como no livro "Marley e EU", víviamos bem, ou pelo menos, sabíamos preservar o canto do outro...Apesar de algumas roupas penduradas no varal e depois almoçadas por ele, a amizade sempre prevalecia...E por esses dias, me dei conta, do quanto a sinceridade dele, faz falta pra mim...Ache estranho, por favor! Mas quero o meu cachorro de volta...E vou tê-lo. Pode esperar...
Que palhaçada...Pra quê tanta demora?
Pois então, eis-me aqui de novo com desculpas pela demora em apertar algumas teclas...
Vejamos...O tempo anda tão curto, que nem pergunto mais que horas são e sim quantas horas faltam...Tenho tanta coisa pra fazer e ainda não consegui nem sequer começar algumas delas, mas...tentarei, juro e prometo que tentarei...Uma das coisas que consegui está relacionada à saúde...
Estou com um PEQUENO GRANDE problema, localizado, mas que dói em outro lugar. Não, não tem nada de estranho, viu seus maliciosos!!! Passado alguns dias desse problema, arranjei outro.
Como um açougueiro diria: Fui pra faca! Nada de horrores, mas nada de belezuras. Estou numa dieta de comer pouco, várias vezes ao dia. Liqüido (ainda tem trema?) com as refeições nem pensar...Adeus Guaraná Antarctica e suco de abacaxi com pastel de feira...Chocolate, só na prateleira e doce (qualquer espécie) também, só na prateleira...Mas enfim...Como diria Guido (Benini) em A vida é bela: Buon giorno, principessa...Enquanto ele falava para Dora, eu falo pra vida...Eterno mistério, que espero que dure pouco...Que se faça a luz...Tan Ran?!?!
O terceiro grande problema é a mudança súbita do tema do meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)...O falso diria: "Nossa! Como estou feliz!", o sincero: "Nossa! Como estou satisfeito!", o dessesperado diria: "Nossa! Como estou fudido" Aiaiaiaiai, desculpe o palavrão. Como é que faz para apagar o que a gente digita??? Se fosse na Olivetti, amassava a folha e jogava no lixo...O professor veio com uma estória 1/2 estranha, mas que cativou...Depois que eu defendê-la, quebro a cara dele, ou a minha...Ahahahahaha...O papel do estado...E viva a teoria...A inveja, eu deixo prá depois...
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Sacudindo a poeira do feriadão
domingo, 26 de agosto de 2007
NOTAS DE UM QUASE DIÁRIO:
Mensagem atrasada nº 2: Parafraseando o polaco do pequeno pilar...
Domingo
Anoitece cedo
Como se não houvesse sido
Sido o domingo.
Ás vezes, se descobre que uma paixão termina, como falava de eternidade o Moraes, só quando acaba. Ou como o Montenegro, na doce melodia:
"...Se a gente quiser saber quando acaba
Oh meu amor, quando é que o amor termina?..."
Eu, prá ser sincero, não sei...
Quando se magoa demais...
E se você acha que o melhor é ir embora:
-Vá...sem fugir, se guiando pelas estrelas.
(Pelo vento, que soprou e quase reaviveu, agradecemos a intenção boa e barata do coração)
Pelo primeiro dia
Mensagem atrasada nº 1:
Pro primeiro dia em que tive a idéia de montar e manter um blog, não havia ainda definido um nome (título) ou que quer que fosse, ou como polaco sentenciava: "...o que tiver que ser vai ser sido...".
Tava eu falando, um outro dia, com o meu irmão mais novo e revelamos o gosto musical pelos Engenheiros do Hawaii. Conversa flui bacana, quando se tem certeza do que se fala e de quando se cala...Só faltava a casa, a praia, e o Gessinger cantarolando: "...e eu que falei nem pensar..."
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Posto aqui,hoje, uma fala breve, homenagem à você. Misturando Ana Cristina Cezar e um pouco de mim...
Talvez não tenha tanta pressa
ou raiva que entristeça
O fato é que a tua saudade
Já não interessa...
Queria lamentar todo ódio,
não cabendo mais o disfarce,
a não-loucura
e a falsa gaveta de ternuras,
da tua intenção de vó.
Não salve o que você renega,
a tua roupa brega,
não veste mais ninguém.
A conta da vida
enquanto posso, pago.
A noite mal dormida,
enquanto acordado, grato.
Obrigado mesmo, pela noite mal dormida,
ou seria bem aproveitada ,
ou seria bem curtida,
curtinha, ás vezes,
mas bem propensa,
a saltar mais alto,
a saltar mais longe,
a aproveitar de fato.
Nada mais me assusta,
nem o espírito da cutia,
quanto mais teu papo sem maestria,
essa conversa vazia,
ninguém precisa ouvir.
Tua idéia solitária, já não convence mais
e não diz mais nada.
Um dia ainda desapereço,
porque a falta tem preço...
e se por aí padeço...
você não será mais o motivo,
de ser a pedra para o meu tropeço.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
domingo, 19 de agosto de 2007
Dia 19 de agosto, Dia da Fotografia ( e 13 anos sem meu pai)
Dia 20 de agosto, Dia do olhar.
Queria postar hoje uma poesia que escrevi quando eu não 'enxergava' nenhuma relação com o que se comemora hoje com o tema da comemoração de amanhã. Explico: A poesia, nada de pretensão- veio de repente...Um grupo de poesia, que deixou rastros, mas não segue mais viagem surgiu. E eu embarquei nessa de arriscar e teimar em colocar (nossa! quanto verbo!) palavras no papel. Como estou em período de mudança (mais radical do que não sei o quê!), não consegui encontrá-la. Mas ela dizia, mais ou menos, assim:
Olho. (s.m.) . Parte do conjunto ocular, que mesmo não existindo é responsável por visualizar sonhos. Poesia: Sensível máquina fotográfica. Desenho: objeto, esférico e profundo. Psi: arquivo primeiro da memória.
Era na verdade uma intuição. Explico (de novo): Com essa coisa de a gente ter de corrar atrás das nossas necessidades e depois das vontades e desejos, decidi subverter a ordem comum das tarefas. Mas tenho que voltar uns quase 18 anos!!! Meu primeiro trabalho fotográfico foi 'cobrir' o batizado do meu sobrinho. Tarefa árdua, pois, na verdade, sabia que existia um botão disparador, mas não tinha certeza do que estava vendo. Era uma máquina bacana, mas que tinha o famoso "ERRO DE PARALAXE", ou seja, em poucas palvras, a imagem pretendida nunca ficava centralizada.
Passou o tempo e aquilo ficou por isso mesmo...
Coisa de 2003, fui para Antonina, no Festival de Inverno da UFPR e fiz um curso (uma semaninha) de fotografia documental com a Milla, intitulado: ENSAIO DOCUMENTAL - UM OLHAR SOBRE ANTONINA . As primeiras impressões (técnicas e artísticas) resultaram até hoje, numa leitura mais visceral da minha parte do que realmente a fotografia significa para a arte e ainda não para a vida...Depois de muitas discussões naquela época, descobri que a Milla tinha toda a razão.
Volto pra Antonina em 2004 e faço (em mais uma semaninha) mais um curso de fotografia com a Geslline Braga- FOTOETNOGRAFIA RETRATANDO A CULTURA DE ANTONIA. Vi um papel da fotografia diferente. Uma proposta de entender a fotografia como meio de denúncia - na forma de significado mais intrínsico da palavra, o de revelação da realidade, através de um estudo mais aprofundado do ambiente do Ser Humano.
Cabe, então, uma foto que fiz da Maratona de Curitiba, em 26 de novembro de 2006, que reflete e revela (ou pelo menos tenta) mostrar a importância daquilo tudo que aprendi em Antonina, com a Milla e com a Geslline. Uma foto que não quer revolver questões antes nem sequer discutidas, apenas identificar aquilo que eu já tinha escrito em 1998 (o ano da poesia acima).
"...mesmo não existindo é responsável por visualizar sonhos..."